sexta-feira, 6 de abril de 2012

chocolate é afrodisíaco


O chocolate por sí só é afrodisíaco! Sua composição estimula a produção da
 setoronina, que está ligada a sensação de prazer e alívio.Então oque melhor que surpreende  a 
pessoa amada com um belo chocolate delicioso e em forma de coração, Aproveitamos essa época de páscoa e fazemos a alegria de quem vive ao nosso redor e a nossa também, afinal quem não gosta de um bom chocolate, e mais ainda sabendo que eles tem o poder de serem afrodisíacos, melhor ainda,
quero desejar uma linda páscoa  a todos, uma páscoa alegre em familia com muita saúde paz e alegria.





CHOCOLATE FAZ BEM PARA A SAÚDE?

CHOCOLATE FAZ BEM PARA A SAÚDE?


Sim, mas só o amargo e em pequenas doses.
O chocolate é um daqueles alimentos que tem alternado, através da história, sua posição em relação aos efeitos produzidos sobre a saúde. Em algumas épocas, tido como benéfico; em outras, como prejudicial à saúde.
Na sua origem, no golfo do México, o cacau, bebida de sabor amargo, era ingerido pelos astecas que o chamavam de bebida dos deuses. Quando foi levado à Espanha, no século XIV, passou a ser adoçado para reduzir seu amargor. A bebida se difundiu pela Europa e, no século XVII, na Holanda, ocorreu o processo de industrialização do cacau, com a possibilidade de separação da manteiga de cacau da massa de cacau. Nessa mesma época, um suíço, produtor de leite condensado, adicionou-o à massa de cacau, surgindo o chocolate ao leite. Poucos anos depois, a manteiga de cacau foi adicionada a esta mistura, o que deu ao chocolate as características que permanecem até hoje.
Modernamente, o alto teor de gordura e açúcar do chocolate comum o relegou à categoria de guloseima que aumenta colesterol e engorda.
A possibilidade de um efeito benéfico do cacau sobre a saúde foi levantada no ano de 2001, a partir de estudos epidemiológicos desenvolvidos em uma população de ameríndios Kuna, que vivem em um arquipélago na costa do Panamá. Esta população apresenta baixa mortalidade por doença cardiovascular com uma prevalência extremamente baixa de aterosclerose, hipertensão, diabete e dislipidemia (alteração dos lipídios no sangue). A hipótese foi de que estes efeitos eram conseqüência da alta ingestão de cacau pela população.
De lá para cá, dezenas de estudos científicos têm sido publicados testando os possíveis efeitos benéficos do chocolate, ou de seus componentes, sobre diversas variáveis do organismo. Alguns destes estudos são conclusivos, outros nem tanto.
Vamos entender por que o chocolate pode fazer bem à saúde.
O cacau é rico em fitoquímicos fenólicos (polifenóis), especialmente de substâncias conhecidas como flavonóides, que são potentes antioxidantes. Antioxidantes protegem o organismo contra os radicais livres (moléculas muito reativas que são produzidas pela oxidação biológica e danificam vários tecidos). Os compostos antioxidantes estão também presentes em uma série de alimentos que compõem a dieta do mediterrâneo, no vinho tinto e no chá verde. Todos estes alimentos são associados a um menor risco de várias doenças, incluindo diabetes e doença cardíaca.
Como vimos, nos últimos anos um “boom” de artigos científicos apresentando resultados do efeito do chocolate sobre diversas funções. A maior parte deles conclui que o chocolate produz efeitos benéficos sobre a saúde em geral.
Estas conclusões merecem, porém, uma análise mais cuidadosa, já que, a partir delas, tem sido popularizado que chocolate faz bem, o que pode levar à ingestão de forma indiscriminada.
O principal efeito registrado nos estudos é sobre o sistema cardiovascular. A ingestão de chocolate reduziu pressão arterial, melhorou função endotelial (conjunto de efeitos que melhoram o fluxo sangüíneo das artérias), reduziu colesterol total e o LDL (“colesterol ruim”) e reduziu aterosclerose. Todos estes desfechos contribuem para uma redução do risco de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral (derrame, AVC). O principal mecanismo de ação envolvido na redução da pressão arterial é o aumento, produzido pelos flavonóides contidos no cacau do chocolate, de um composto chamado óxido nítrico, que atua promovendo o relaxamento dos vasos sangüíneos, o que contribui para a redução da pressão.
Além do efeito sobre a pressão arterial, o chocolate aumentou, significativamente, a sensibilidade à insulina, o que reduz o risco de diabete tipo II. A sensibilidade à insulina também é mediada pelo óxido nítrico.
Resultados sugerem, também, que o chocolate reduz a inflamação, e tem efeito anti-troboembólico similar ao efeito da aspirina (reduz a agregação de plaquetas, impedindo a obstrução dos vasos).
Temos, então, um conjunto de evidências bastante consistentes de que componentes contidos no chocolate fazem bem à saúde.
E agora, podemos ou devemos ingerir chocolate para prevenir o aparecimento de doenças?
Esta é uma outra questão. Os efeitos benéficos do chocolate provêm do cacau em sua mistura. O chocolate mais popular que temos no mundo todo é o chocolate ao leite, uma mistura que tem em média somente 11% de derivados do cacau na sua composição. O restante é leite integral, açúcar e diferentes tipos de gordura. Esta baixa proporção faz com que este tipo de chocolate apresente baixo teor de flavonóides. Além disso, o potencial efeito benéfico desses antioxidantes é grandemente reduzido pela adição de leite, que inibe tanto a absorção como o efeito antioxidante do principal grupo flavonóide contido no cacau (epicatequinas). Somado a isso, o leite contém gorduras saturadas que aumentam colesterol.
Outro fator negativo: chocolate ao leite é um alimento altamente calórico, pois sua mistura é composta de grande proporção de carboidratos e gorduras. Os efeitos benéficos dos antioxidantes são anulados pelos efeitos do excesso de açúcar e do aumento de peso. Considerando que 66% do consumo de chocolate se dá no intervalo entre as refeições, o aumento de peso passa a ser um fator que, por si só, contra-indica sua ingestão regular.
Por sua vez, o chocolate amargo possui na sua mistura até 70% dos derivados do cacau (altas concentrações de flavonóides, apresentando o dobro da capacidade antioxidante do chocolate ao leite ), não contém leite e possui uma menor quantidade de açúcar. As principais gorduras presentes no chocolate amargo são, na mesma proporção:a) o ácido oléico, que é uma gordura monoinsaturada e, também, encontrada no óleo de oliva, é saudável pois aumenta o HDL (colesterol bom); b) o ácido esteárico que é uma gordura saturada que não afeta o colesterol total; c) o ácido palmítico, gordura saturada que aumenta o colesterol sendo portanto prejudicial à saúde, porém totalmente compensado pelos efeitos positivos do ácido oléico.
A ingestão de chocolate pode trazer benefícios à saúde nas seguintes condições: 
desde que seja do tipo amargo (60% -70% de cacau);
não contenha leite na sua formulação (também não deve ser ingerido com leite ou derivados);
consumido em pequena quantidade (alguns estudos sugerem não mais que 25 g por dia);
as calorias ingeridas com o chocolate devem ser suprimidas de outras refeições
Portanto, preste atenção na etiqueta do seu chocolate amargo predileto, ingira com moderação (de preferência algum tempo após um saudável jantar mediterrâneo, regado a vinho tinto e concluído com uma xícara de chá verde).
Dessa maneira, além do prazer e da nutrição você estará prevenindo doenças e aumentando sua qualidade de vida. 

Sim, mas só o amargo e em pequenas doses.
O chocolate é um daqueles alimentos que tem alternado, através da história, sua posição em relação aos efeitos produzidos sobre a saúde. Em algumas épocas, tido como benéfico; em outras, como prejudicial à saúde.
Na sua origem, no golfo do México, o cacau, bebida de sabor amargo, era ingerido pelos astecas que o chamavam de bebida dos deuses. Quando foi levado à Espanha, no século XIV, passou a ser adoçado para reduzir seu amargor. A bebida se difundiu pela Europa e, no século XVII, na Holanda, ocorreu o processo de industrialização do cacau, com a possibilidade de separação da manteiga de cacau da massa de cacau. Nessa mesma época, um suíço, produtor de leite condensado, adicionou-o à massa de cacau, surgindo o chocolate ao leite. Poucos anos depois, a manteiga de cacau foi adicionada a esta mistura, o que deu ao chocolate as características que permanecem até hoje.
Modernamente, o alto teor de gordura e açúcar do chocolate comum o relegou à categoria de guloseima que aumenta colesterol e engorda.
A possibilidade de um efeito benéfico do cacau sobre a saúde foi levantada no ano de 2001, a partir de estudos epidemiológicos desenvolvidos em uma população de ameríndios Kuna, que vivem em um arquipélago na costa do Panamá. Esta população apresenta baixa mortalidade por doença cardiovascular com uma prevalência extremamente baixa de aterosclerose, hipertensão, diabete e dislipidemia (alteração dos lipídios no sangue). A hipótese foi de que estes efeitos eram conseqüência da alta ingestão de cacau pela população.
De lá para cá, dezenas de estudos científicos têm sido publicados testando os possíveis efeitos benéficos do chocolate, ou de seus componentes, sobre diversas variáveis do organismo. Alguns destes estudos são conclusivos, outros nem tanto.
Vamos entender por que o chocolate pode fazer bem à saúde.
O cacau é rico em fitoquímicos fenólicos (polifenóis), especialmente de substâncias conhecidas como flavonóides, que são potentes antioxidantes. Antioxidantes protegem o organismo contra os radicais livres (moléculas muito reativas que são produzidas pela oxidação biológica e danificam vários tecidos). Os compostos antioxidantes estão também presentes em uma série de alimentos que compõem a dieta do mediterrâneo, no vinho tinto e no chá verde. Todos estes alimentos são associados a um menor risco de várias doenças, incluindo diabetes e doença cardíaca.
Como vimos, nos últimos anos um “boom” de artigos científicos apresentando resultados do efeito do chocolate sobre diversas funções. A maior parte deles conclui que o chocolate produz efeitos benéficos sobre a saúde em geral.
Estas conclusões merecem, porém, uma análise mais cuidadosa, já que, a partir delas, tem sido popularizado que chocolate faz bem, o que pode levar à ingestão de forma indiscriminada.
O principal efeito registrado nos estudos é sobre o sistema cardiovascular. A ingestão de chocolate reduziu pressão arterial, melhorou função endotelial (conjunto de efeitos que melhoram o fluxo sangüíneo das artérias), reduziu colesterol total e o LDL (“colesterol ruim”) e reduziu aterosclerose. Todos estes desfechos contribuem para uma redução do risco de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral (derrame, AVC). O principal mecanismo de ação envolvido na redução da pressão arterial é o aumento, produzido pelos flavonóides contidos no cacau do chocolate, de um composto chamado óxido nítrico, que atua promovendo o relaxamento dos vasos sangüíneos, o que contribui para a redução da pressão.
Além do efeito sobre a pressão arterial, o chocolate aumentou, significativamente, a sensibilidade à insulina, o que reduz o risco de diabete tipo II. A sensibilidade à insulina também é mediada pelo óxido nítrico.
Resultados sugerem, também, que o chocolate reduz a inflamação, e tem efeito anti-troboembólico similar ao efeito da aspirina (reduz a agregação de plaquetas, impedindo a obstrução dos vasos).
Temos, então, um conjunto de evidências bastante consistentes de que componentes contidos no chocolate fazem bem à saúde.
E agora, podemos ou devemos ingerir chocolate para prevenir o aparecimento de doenças?
Esta é uma outra questão. Os efeitos benéficos do chocolate provêm do cacau em sua mistura. O chocolate mais popular que temos no mundo todo é o chocolate ao leite, uma mistura que tem em média somente 11% de derivados do cacau na sua composição. O restante é leite integral, açúcar e diferentes tipos de gordura. Esta baixa proporção faz com que este tipo de chocolate apresente baixo teor de flavonóides. Além disso, o potencial efeito benéfico desses antioxidantes é grandemente reduzido pela adição de leite, que inibe tanto a absorção como o efeito antioxidante do principal grupo flavonóide contido no cacau (epicatequinas). Somado a isso, o leite contém gorduras saturadas que aumentam colesterol.
Outro fator negativo: chocolate ao leite é um alimento altamente calórico, pois sua mistura é composta de grande proporção de carboidratos e gorduras. Os efeitos benéficos dos antioxidantes são anulados pelos efeitos do excesso de açúcar e do aumento de peso. Considerando que 66% do consumo de chocolate se dá no intervalo entre as refeições, o aumento de peso passa a ser um fator que, por si só, contra-indica sua ingestão regular.
Por sua vez, o chocolate amargo possui na sua mistura até 70% dos derivados do cacau (altas concentrações de flavonóides, apresentando o dobro da capacidade antioxidante do chocolate ao leite ), não contém leite e possui uma menor quantidade de açúcar. As principais gorduras presentes no chocolate amargo são, na mesma proporção:a) o ácido oléico, que é uma gordura monoinsaturada e, também, encontrada no óleo de oliva, é saudável pois aumenta o HDL (colesterol bom); b) o ácido esteárico que é uma gordura saturada que não afeta o colesterol total; c) o ácido palmítico, gordura saturada que aumenta o colesterol sendo portanto prejudicial à saúde, porém totalmente compensado pelos efeitos positivos do ácido oléico.
A ingestão de chocolate pode trazer benefícios à saúde nas seguintes condições: 
desde que seja do tipo amargo (60% -70% de cacau);
não contenha leite na sua formulação (também não deve ser ingerido com leite ou derivados);
consumido em pequena quantidade (alguns estudos sugerem não mais que 25 g por dia);
as calorias ingeridas com o chocolate devem ser suprimidas de outras refeições
Portanto, preste atenção na etiqueta do seu chocolate amargo predileto, ingira com moderação (de preferência algum tempo após um saudável jantar mediterrâneo, regado a vinho tinto e concluído com uma xícara de chá verde).
Dessa maneira, além do prazer e da nutrição você estará prevenindo doenças e aumentando sua qualidade de vida. 

fonte:www.abcdasaude.comr.b

quarta-feira, 4 de abril de 2012

enroladinho de banana, super facil e uma delicia

Risoto de palmito e frango gratinado (Risoto Misto)

  • Ingredientes
  • Arroz:
  • 2 colher de sopa de azeite
  • 1 1/2 latas de água
  • 2 caldo de bacon
  • 1 cebola picada
  • 3 dente de alho picado
  • 1 kg de arroz próprio para risoto
  • Creme de palmito e frango:
  • 2 colher de azeite
  • 1 cebolas
  • 400 g de bacon carnudo picadinho
  • 600 g peito de frango picado e temperado
  • 2 colheres de sobremesa de molho inglês
  • 1 vidro grande de palmito picado
  • 1 potinho de creme de leite sem soro
  • 2 pacotes de massa de tomate
  • sal e pimenta a gosto (eu nunca usei)
  • parmesão a gosto (400 g pelo menos para gratinar)  

  • Modo de Preparo
    Arroz:
  1. Coloque em uma panela o azeite, espere esquentar e coloque a cebola e o alho
  2. Espere dourar e acrescente o arroz, refogue por 2 minutos
  3. Acrescente o caldo de bacon dissolvido na água, espere quase secar (deixe um pouquinho molhado) e reserve
    Molho:
  1. Frite o bacon e reserve, logo após frite o frango e reserve, doure a cebola picada no azeite e em seguida acrescente o bacon e o frango já fritos
  2. Acrescente o palmito e refogue por 30 segundos
  3. Acrescente o molho de tomate e deixe começar a ferver, após ferver acrescente o molho inglês e em seguida o creme de leite e tempere a gosto, deixe na panela por uns 3 minutos
  4. Junte o molho de palmito com frango ao arroz em uma panela e misture bem, bem misturado depois coloque num refratário bem grande ou dois médios, logo após salpique com parmesão todo o refratário
  5. Leve ao forno quente até gratinar por volta de 15 a 20 minutos
  6. Sirva a seguir


fonte: tudogostoso.com